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A Igreja e o jovem do novo milênio
Uma das fases mais empolgantes da vida
é a juventude. Contudo, é notado que a maioria
dos jovens não pensa assim. Por outro lado, energia
física e emocional estão em alta nessa fase
e, muitas vezes, as mesmas ocultam o foco da visão
em valores nobres e construtivos. I João 2:14 diz:
"(...) Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes...".
O mundo em que vivemos é desafiador, dinâmico,
e é assustadora a rapidez com que ocorrem as mudanças
na atualidade. De repente, o jovem se vê perdido,
sem saber o que fazer, ou como agir diante de tantas propostas
que envolvem sexo, drogas e diversões.
A família é preponderante na formação
de seu caráter e ideais. O referencial deve ser
os pais, mas, na falta deles, ele busca modelos de comportamento
no mundo secular, passando a viver completamente fora
do padrão bíblico-cristão. Por isso,
o papel da Igreja é orientá-lo. Analisando
essa afirmação, surge a dúvida: Como
nós, pastores, devemos agir?
1) Direcionar o jovem à presença de Deus
(ensinar a ter uma vida de comunhão, obediência
e trabalho);
2) Canalizar seus valores (família, moral, auto-imagem);
3) Oferecer novas perspectivas através de cursos
profissionalizantes (informática, inglês
e espanhol, música, e outros) e balcão de
emprego (intermediando parcerias entre as igrejas e agências
de empregos), etc;
4) Criar centros de convívio para jovens como videoteca,
biblioteca, salas de jogos, internet-café, etc.
Alguns desses mecanismos têm sido implementados
na cidade de Sorocaba, no Estado de São Paulo,
e o resultado desse trabalho já é visível
na vida dos jovens da nossa Igreja-Sede Metropolitana.
Ficam aqui como sugestão.
A Igreja que se preocupa com seus jovens e investe em
esforços para estabelecer valores éticos,
morais e, principalmente, espirituais colherá bons
frutos por gerações, tornando-se saudável
e próspera. Por isso, o sábio disse: "Lança
o teu pão sobre as águas, porque depois
de muitos dias o acharás". - Eclesiastes 11:1.
Rev. Ernesto Taconi
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